7 de nov. de 2019

Audiência Pública sobre a PEC 108/2019

Nesta terça-feira (05/11), Estive presente na Câmara dos Deputados em Brasília,  juntamente com o Diretor Secretario Geral do CRF-RJ Dr. Ricardo Lahora, participando da audiência pública realizada no Plenário 1 do Congresso Nacional, para debater a Proposta de Emenda Constitucional 108/2019 (PEC108/2019) que trata da natureza jurídica dos Conselhos de Classe, Estiveram também presentes, os representantes do CFF e CRFs de todo o Brasil, assim como representantes de outros Conselhos Profissionais.


Durante a audiência publica os representantes dos Conselhos fizeram uma defesa exaustiva do trabalho realizado incansavelmente pelos conselhos de Classe, para regulamentar e fiscalizar em pool de nossa sociedade, que a inexistência deste controle por parte dos conselhos, iria gerar uma sobrecarga de trabalho para o governo, que certamente iria gerar um verdadeiro caos a sociedade, assim como aumentar enorme as despesas dos governos..
Hoje como é de conhecimento público, as maiorias das ações de proteção a sociedade está nas mãos dos conselhos de classes, criados e regulamentados por leis federal com estas atribuições previstas, lembrando que somos também auditados e controlados anualmente pelos órgãos de fiscalização e controle do governo federal, na qual temos que prestar contas de nossas receitas e despesas.  

Constantemente somos questionados por alguns deputados e senadores pelas multas emitidas, neste caso especifico, estamos falando daquelas emitidas pelos Conselhos Regionais de Farmácia em alguns estabelecimento publico ou privado, lamentavelmente os nobres deputados e senadores muitas vezes não nos dão o direito de reposta, desta forma não temos como explicar que estávamos simplesmente cumprindo e respeitado as leis brasileiras, que não fazer, poderia ser considerado prevaricação, conforme previsto em leis federal, desta forma reitero que estamos sempre abertos ao dialogo, que buscamos incansavelmente todos os dias encontrar um ponto de equilíbrio que permita uma evolução constante dos serviços prestados pelos colegas farmacêuticos,  pelas empresas e órgãos públicos, com o intuito de garantir sempre uma melhoria na gestão da qualidade dos serviços prestados a nossa população, independente da sua classe social.
Os números constantemente exibidos pelos CRFs, demostram estatisticamente que a penas um pequeno numero de estabelecimento são autuadas por não respeitar as leis brasileiras, correspondem apenas a 5% dos estabelecimentos vistoriados, alguns destes estabelecimentos deveriam sim, serem fechados, por representarem sérios riscos a saúde publica de nossa população,  lembrado que as empresas autuadas podem e devem recorrer ao próprio CRFs ou em caso de confirmado a  multa pela plenária dos CRFs, ainda existe a possibilidade de também CFF, atenção para não perderem os prazos previamente estabelecidos.
Enquanto tivermos forças, continuaremos a nossa luta para garantir o direito da sociedade de ter assistência farmacêutica integral, assim como, estaremos sempre acompanhando e exigido dos órgãos competentes uma formação profissional voltada cada vez mais para os cuidados farmacêutico da nossa população, somos hoje o profissional de saúde mais acessível a população em todo o território brasileiro.

Não somos contra a iniciativa particular, muito pelo contrario, porém devemos exigir que os estabelecimentos públicos e privados mantenham sempre a excelência, garantindo sempre um alto  padrão de qualidade dos serviços e produtos dispensados a população brasileira.

Prof. José Roberto Lannes Abib, acredita que ainda tem muito a ser construído e melhorado, porém não podemos retirar o poder de policia dos conselhos de classe, podemos e devemos sim, aperfeiçoar! determinando aos órgãos públicos um prazo razoável, para comprovar e tomar as medidas cabíveis em leis contra os péssimos gestores, sejam públicos ou privados, que insistem em afrontar as leis do nosso Brasil, deixando a população, principalmente às mais pobres a mercê da sorte.

30 de out. de 2019

CFF defende junto à Câmara dos Deputados a ampliação dos farmacêuticos na vacinação

Nesta quarta-feira, dia 23 de outubro, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) entregou oficialmente à Câmara dos Deputados, um documento com as suas contribuições ao relatório que será produzido por aquela casa com soluções e alternativas para sanar os problemas enfrentados pelo país garantir a cobertura vacinal da população. A entrega coube aos membros da Comissão Parlamentar do CFF e à assessora da Presidência do conselho, Josélia Frade, em atendimento ao compromisso assumido pelo conselho no dia 10 de outubro, por ocasião da audiência pública sobre esse tema, realizada na Comissão de Seguridade Social e Família.

O deputado Pedro Mabarra Westphalen (PP/RS), coordenador do Grupo de Trabalho sobre Imunização - Aquisição e Abastecimento de Vacinas instituído pela comissão, foi quem recebeu o documento. No texto, o CFF traça o novo perfil do farmacêutico na imunização e descreve como ele pode contribuir de forma mais efetiva no enfrentamento dos desafios impostos ao Programa Nacional de Imunização, como desabastecimento, movimento anti-vacinas e recrudescimento de doenças imunopreveníveis. O texto demonstra ainda que o farmacêutico tem o respaldo legal e a competência técnica para atuar na aplicação de vacinas dentro das farmácias, hoje reclassificadas como estabelecimentos de saúde, de acordo com a Lei nº 13.021/2014.
“As farmácias precisam ser vistas pelo governo como aliadas do Sistema Único de Saúde (SUS) na imunização da população”, observa Josélia Frade. Como fatores que possibilitam a esses estabelecimentos a oferta de serviços de vacinação com excelência ela cita: horário de funcionamento (horários estendidos em dias de semana ou finais de semana), facilidade de acesso (proximidade geográfica), não necessidade de agendamento prévio, curto tempo de espera, local adequado para atendimento, por cumprir normas sanitárias, e presença de profissional da saúde de nível superior habilitado. Segundo Josélia Frade, em outros países, a inserção do farmacêutico na imunização da população desencadeou um aumento da cobertura vacinal, além de auxiliar no cumprimento das metas de imunização.
Responsável pela elaboração do documento, Josélia Frade inseriu, no texto, os dados de um levantamento realizado a partir da promulgação da Lei nº 13.021/14, que relata a existência de 12 clínicas de vacinação de propriedade de farmacêuticos e a implantação do serviço em 90 farmácias. De acordo com esse levantamento, no primeiro trimestre de 2019, somente as farmácias de redes associadas à Abrafarma administraram 18.218 doses (200 doses/dia). As principais vacinas administradas por esses farmacêuticos foram a Influenza (57.75%) e a Meningocócica B (24.04%). Isso, a um custo mais barato. “A vacinação em farmácias reduziu os custos ao consumidor”, observou.
Os registros sobre a imunização em farmácias privadas, feitos por meio da ferramenta “Clinicar”, ainda apontam que os farmacêuticos não vacinaram 290 pessoas, porque identificaram, durante a anamnese, que eles apresentavam alguma contraindicação. “Desde 1973 os farmacêuticos estão autorizados a aplicar diversos medicamentos injetáveis, muitos dos quais com perfil de reação adversa mais preocupante do que as próprias vacinas. Esse conhecimento prévio serve de base para que o farmacêutico adquira novas competências para praticar a imunização no país, seja no setor público ou privado”, comenta Josélia Frade.
Em relação aos efeitos adversos graves pós-vacinação, como anafilaxia, foi salientada a importância de o Ministério da Saúde ministrar cursos para capacitar os diferentes profissionais da saúde que atuam nos serviços de vacinação para a realização desses atendimentos. Foi apontada ainda a necessidade de se estabelecer um protocolo simples, que seja entendido por todos os agentes, que permita a utilização da adrenalina em caso de emergência.
Foi destacada a importância do apoio governamental no desenvolvimento de novas tecnologias que permitam a integração dos dados gerados nas farmácias, que hoje estão subutilizados pelos sistemas de saúde. “Os serviços prestados pelo farmacêutico ainda não estão sendo enxergados pelo sistema de saúde. Poderíamos estar contribuindo muito com o planejamento das ações em saúde no país”, alertou.
Ainda foram abordadas, no documento, questões como a importância de o Vigimed passar a ser utilizado como um sistema de farmacovigilância robusto no país. O sistema é disponibilizado pela Anvisa para cidadãos e profissionais de saúde relatarem eventos adversos a medicamentos e vacinas. Hoje, os profissionais da saúde precisam fazer os registros em dois sistemas, o Vigimed e no Sistema Nacional de Vigilância de Eventos Adversos Pós-Vacinação, do Programa Nacional de Imunização.
A necessidade de reorganização e unificação do ciclo logístico de aquisição e distribuição de produtos para a saúde que demandam condições especiais e armazenamento (vacinas, medicamentos biológicos e a própria insulina) foi outro ponto destacado. “Deixamos claro que o farmacêutico pode ser um grande parceiro nessa missão”, comentou. Um último alerta feito pelo CFF foi o de que, no documento com as regras para funcionamento dos serviços de vacinação colocado em consulta pública pela Anvisa, a agência estabelece 9 metros quadrados como metragem mínima para as salas de vacinação. Em alguns países são apenas 4 metros quadrados.
Em relação ao movimento anti-vacinas, o conselho se colocou como um potencial parceiro do governo no sentido de divulgar informações sobre a importância das vacinas na prevenção de doenças imunopreveníveis. “A par de todas as questões pontuadas, a grande mensagem que quisemos deixar à Comissão de Seguridade Social e Família é de que as farmácias brasileiras podem ser parte da solução para garantir a cobertura vacinal no país, contribuir para a manutenção da qualidade exemplar do nosso Programa Nacional de Imunização (PNI), na promoção da saúde e da prevenção das doenças”, disse Josélia Frade.
fonte: http://www.cff.org.br/noticia.php?id=5517&titulo=CFF+defende+junto+%C3%A0+C%C3%A2mara+dos+Deputados+a+amplia%C3%A7%C3%A3o+dos+farmac%C3%AAuticos+na+vacina%C3%A7%C3%A3o

19 de fev. de 2019

Farmácia foi a 3ª carreira que mais contratou em 2018

A profissão de farmacêutico ocupou a terceira posição no ranking das áreas que mais contrataram com carteira assinada em 2018, entre as carreiras de nível superior. O levantamento foi realizado pelo site Quero Bolsa, a pedido da revista Veja. Com 38.607 novas admissões formais, a Farmácia superou as carreiras de médico clínico (11.884), nutricionista (10.312) e fisioterapeuta (10.040).

A carreira com mais contratações foi a de analista de sistemas, com 47.692 vagas. Em segundo lugar, ficou a enfermagem, com 46.991. Atualmente, a área da Farmácia possui 135 especializações regulamentadas, ancoradas em 10 linhas de atuação, que englobam produção industrial e análise de alimentos, análises clínico-laboratoriais, educação, farmácia, farmácia hospitalar e clínica, indústria de medicamentos, gestão, práticas integrativas e complementares, saúde pública e toxicologia.

De acordo com o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, o dado é um reflexo do intenso movimento clínico, liderado pelo CFF, que segue em franca expansão no Brasil. “Desde 2012, o CFF vem investindo em iniciativas que resgatam o farmacêutico como protagonista do cuidado à saúde dentro da farmácia comunitária, o segmento que mais emprega farmacêuticos no Brasil. E, na medida em que assume a sua autoridade técnica dentro da farmácia, o farmacêutico se torna mais valorizado e respeitado e, consequentemente, mais necessário. Claro que isso se reverte em empregabilidade”, comentou.

O farmacêutico é o profissional tecnicamente capacitado para atuar de uma ponta a outra da grande cadeia relacionada ao cuidado em saúde, seja do ponto de vista tecnológico, com a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de novos fármacos e metodologias para diagnóstico laboratorial, seja do ponto de vista humanístico com a oferta do cuidado e dos serviços farmacêuticos ao paciente.

Confira a íntegra da reportagem da Veja – https://abr.ai/2UVpj7k



Fonte: CFF 
Autor: Comunicação

fonte: http://www.cff.org.br/noticia.php?id=5184&titulo=Farm%C3%A1cia+foi+a+3%C2%AA+carreira+que+mais+contratou+em+2018

Lotes de frango são recolhidos por risco de presença de Salmonella

A Anvisa publicou, nesta quinta-feira (14/2), aResolução 389/2019, que determina o recolhimento de diversos lotes de cinco cortes de frango da marca Perdigão.




A ação foi motivada pela suspeita de contaminação por Salmonella nos cortes de frango. O recolhimento abrange 23 lotes de cinco diferentes produtos.

A empresa BRF, dona da marca Perdigão, comunicou o recolhimento voluntário de coxas e sobrecoxas sem osso, meio peito sem osso e sem pele, filezinhos de frango, filé de peito e coração.

O problema foi identificado pelo controle de qualidade da própria empresa, que o comunicou à Anvisa e ao Ministério da Agricultura.
Qual o risco?

A bactéria identificada foi a Salmonella enteritidis. Este tipo de bactéria é eliminado quando o alimento é cozido, frito ou assado corretamente. Por isso, é importante o cuidado com o cozimento correto da carne de frango de forma geral.

Conheça nossa orientações para preparo de alimentos.

Confira os produtos e lotes afetados:

Produto

Lotes recolhidos

=> Cortes Congelados de Frango – Filé de Peito – Embalagem Plástica – 2 kg
Lotes recolhidos: 30/10/18 e 09/11/18

=> Miúdos Congelados de Frango – Coração – Embalagem Plástica – 1 kg
Lotes recolhidos:30/10/18; 05/11/18; 06/11/18; 07/11/18; 09/11/18; 10/11/18 e 12/11/18

=> Cortes Congelados de Frango – Filezinho (Sassami) – Embalagem Plástica – 1 kg
Lotes recolhidos:30/10/18; 05/11/18; 06/11/18; 07/11/18; 09/11/18; 10/11/18 e 12/11/18

=> Cortes Congelados de Frango – Meio Peito sem Osso e sem Pele – Caixa de Papelão (interfoliado) 15 kg Lotes recolhidos: 30/11/18; 07/11/18; 09/11/18 e 10/11/18

=> Cortes Congelados de Frango  Lotes recolhidos: 06/11/18; 09/11/18 e 10/11/18

Quer saber as notícias da Anvisa em primeira mão? Siga-nos no Twitter @anvisa_oficial e Facebook @AnvisaOficial

fonte: http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/lotes-de-frango-sao-recolhidos-de-forma-preventiva/219201?p_p_auth=lLYmsCXv&inheritRedirect=false&redirect=http%3A%2F%2Fportal.anvisa.gov.br%2Fnoticias%3Fp_p_auth%3DlLYmsCXv%26p_p_id%3D101_INSTANCE_FXrpx9qY7FbU%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3D_118_INSTANCE_veHKmkDUo2dN__column-2%26p_p_col_count%3D2

18 de fev. de 2019

Como se prevenir de doenças transmitidas por alimentos contaminados

Medidas simples podem ser tomadas no dia-a-dia para evitar este transtorno.
Quem nunca comeu uma comida e sentiu que ela não caiu bem? Mais comuns do que imaginamos, as doenças transmitidas por alimentos ou água contaminados são síndromes que trazem sintomas geralmente gástricos, como náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. Em casos mais graves, os sintomas vão além, atingem o sistema neurológico e o fígado, por exemplo. A boa notícia é que estas doenças são facilmente preveníveis. Medidas simples podem ser tomadas no dia-a-dia para evitar este transtorno.

Juliene Borges, analista técnica de políticas sociais do Ministério da Saúde, explica que na maioria das vezes os alimentos e a água contaminados se autodenunciam com odor, gosto ou até a aparência, com a cor alterada. No entanto, os grandes vilões são aqueles que não aparentam estar estragados. “Geralmente eles podem ser industrializados, como conservas e embutidos. Nem sempre eles apresentam características de que estão contaminados”, alerta.

Para evitar a contaminação, Juliene Borges dá algumas dicas de prevenção:

• Só beba água potável;
• Cuide da higiene pessoal, lavando bem as mãos antes de manipular e consumir alimentos;
• Cheque a temperatura em que os alimentos estão sendo conservados, especialmente as carnes e os produtos lácteos;
• Siga as orientações de embalagens sobre a validade, o armazenamento e o consumo de alimentos industrializados;
• Cozinhe bem carnes, para não as consumir com aspecto cru;
• Consuma apenas leite e derivados pasteurizados ou fervidos;
• Evite comer frutos do mar crus;
• Proteja os alimentos do contato com insetos e outros animais, especialmente roedores;
• Ao se alimentar fora de casa, observe a conservação dos alimentos (refrigerados ou aquecidos) e a higiene do local e de quem está preparando e/ou servindo.

Água limpa
Outras valiosas dicas são para evitar o consumo de água contaminada. “A orientação principal é para pessoas que não têm acesso a água potável para consumo. Ou seja, se elas não tiverem uma fonte que seja reconhecidamente de água potável, de uma rede de abastecimento público, ou água mineral de boa procedência, a gente recomenda que ela filtre a água ou ferva antes de consumir”, orienta a analista técnica.

Segundo Juliene, a fervura da água tem que ser por 15 minutos. Para filtragem, deve-se usar uma solução de hipoclorito de sódio, que é distribuída gratuitamente no serviço público de saúde. Só após a desinfecção, a água está própria para o consumo e para ser utilizada na preparação de alimentos.

Tratamento
Os sintomas de doenças transmitidas por alimentos costumam durar aproximadamente três dias. Depois disso, é indispensável que a pessoa contaminada procure o atendimento médico. Pessoas que apresentam além dos sintomas gástricos, como tontura, sangue nas fezes e urina com coloração diferente do habitual, devem ir aos serviços de saúde imediatamente, pois, é necessário suporte especializado ao paciente.

O tratamento é baseado na hidratação correta para a reposição dos minerais perdidos, além da alimentação saudável. “Crianças, idosos e pessoas com baixa imunidade devem ter uma atenção especial, assim que os sintomas iniciarem”, ilustra Juliene.

Para saber mais sobre estas doenças, acesse o site do Ministério da Saúde (www.saudegov.br), no menu Saúde de A a Z. As informações são valiosas para os profissionais de saúde e também para o cidadão comum entender mais sobre a prevenção dessas doenças.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atua com ações e orientações mais específicas com a legislação que rege a conservação adequada de alimentos. Acesse aqui o site da Anvisa.

Erika Braz, para o Blog da Saúde

fonte: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/promocao-da-saude/53759-como-se-prevenir-de-doencas-transmitidas-por-alimentos-contaminados

MedSUS: O Aplicativo Dos Remédios

A lista de medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a Relação Nacional de Medicamentos Essências (Rename), está acessível agora pelo aplicativo MedSUS, desenvolvido pelo Ministério da Saúde para celulares smarthphones e tablets com sistema Android. Em breve também estará nos aparelhos com sistema IOS. 

O aplicativo disponibiliza ainda o Formulário Terapêutico Nacional, publicação com informações científicas sobre os fármacos da Rename, além das diretrizes terapêuticas e protocolos clínicos preconizados pelo Ministério da Saúde e usados pelos profissionais do SUS. O banco de dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de empresas e medicamentos autorizados a serem comercializados no Brasil também está acessível na ferramenta.

Para o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE) do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, o MedSUS é uma ferramenta que vai auxiliar os profissionais de saúde nas orientações necessárias no momento da prescrição e dispensação de medicamentos. “Nós desenvolvemos o aplicativo para consolidar em uma única ferramenta todo o material técnico que o Ministério da Saúde disponibiliza sobre os medicamentos indicados pelo SUS”, explica o secretário.

O aplicativo proporciona acesso facilitado a essas informações para médicos e demais profissionais de saúde, gestores e usuários do SUS. “Nos próximos ciclos de capacitação do Programa Mais Médicos, o aplicativo será apresentado para que todos possam acessar as informações e indicar os medicamentos que o SUS disponibiliza. Esta iniciativa certamente contribuirá muito para o uso correto dos medicamentos pela população mais necessitada do País, agindo de modo integrado para o sucesso do Mais Médicos”, ressalta Carlos Gadelha.

Usuários também poderão ter acesso mais fácil às informações sobre os remédios que precisem. “Tem uma área do aplicativo chamada de ‘informações ao paciente’ com as orientações necessárias. Se deve tomar em jejum, com água ou sucos e os cuidados com o armazenamento do medicamento”, informa a farmacêutica e técnica do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos (DAF) do Ministério da Saúde, Marcela Amaral, responsável pelo desenvolvimento do aplicativo. 

O MedSUS permite realizar a pesquisa do medicamento pelo princípio ativo, nome genérico ou nome comercial; auxilia no cálculo de doses de medicamentos; tem informações sobre os efeitos adversos do remédio, aspectos farmacêuticos, entre outras orientações. Outra funcionalidade do aplicativo é que permite ao médico compartilhar as informações com o paciente por e-mail. 

“Ele é todo baseado no formulário terapêutico, outras guias e protocolos que já estão disponíveis na internet. O aplicativo vem para consolidar esse material e possibilitar pesquisas mais rápidas”, afirma a técnica do DAF, Marcela Amaral.

Lucas Pordeus Leon / Blog da Saúde

Fonte: http://www.blog.saude.gov.br/servicos/33612-medsus-o-aplicativo-dos-remedios

I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste, 25 a 27 de abril de 2019


Sobre o Congresso

No exercício de 2019 o CRF/DF comemorará 50 anos de existência e, para que possamos celebrar essa data em grande estilo, nos dias 25 a 27 de abril de 2019 estaremos realizando o I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste, com o tema: “A Integralidade do Cuidado Farmacêutico", juntamente com os Conselhos dos Estados do Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, em um dos locais mais nobres e confortáveis de Brasília, no hotel Royal Tulip Brasília Alvorada, Setor de Clubes Norte.


O referido Congresso contará com uma programação rica em conteúdo das mais diversas áreas de atuação da profissão farmacêutica, englobando outros 06 (seis) eventos nos segmentos: Farmácia Clínica, Hospitalar, Análises Clínicas, Magistral, Farmácia Estética e Cosmética, Nutracêuticos, dentre outros. Para isso, estarão presentes renomados conferencistas do âmbito nacional, que juntos irão debater esses e demais temas e definições de grande relevância e abrangência para a área farmacêutica, em um momento de plena ascensão e expansão da profissão, em que as práticas clínicas se consolidam, criando um novo papel para o farmacêutico perante a saúde pública e a sociedade.

PALAVRA DA PRESIDENTE

Brasília estava merecendo um grande evento científico para congregar os farmacêuticos e demais profissionais de saúde em um momento de aprendizado e confraternização. O ano de 2019 foi escolhido porque o CRF/DF comemora seus 50 anos de existência e conquistas. Atualmente, são mais de 8.000 profissionais inscritos na autarquia, e a população do DF reconhece a importância desse profissional como um dos principais agentes de saúde no cuidado à saúde. Nesse sentido, é com uma enorme alegria que recebemos os colegas farmacêuticos, estudantes e demais profissionais da saúde para o I Congresso de Ciências Farmacêuticas do Centro-Oeste, cujo tema central é: “A Integralidade do Cuidado Farmacêutico”. Este evento, permitirá a participação de 1.200 farmacêuticos, estudantes de Farmácia e demais profissionais de saúde do centro-oeste e de outros estados. Serão oferecidas diversas atividades técnico-científicas, entre palestras, mesas redondas e mini-cursos.

O evento foi pensado e organizado para oferecer capacitação em áreas vitais para a profissão farmacêutica, incluindo os analistas clínicos. Por isso, o Congresso reúne: I CONGRESSO DE ANÁLISES CLÍNICAS E CITOLOGIA CLÍNICA DO PLANALTO CENTRAL; I SIMPÓSIO DE FARMACÊUTICOS ESTETAS DO CENTRO-OESTE; II ENCONTRO DISTRITAL DE PROFESSORES E PROFISSIONAIS DE FARMÁCIA CLÍNICA; I JORNADA DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES DO CENTRO-OESTE; I ENCONTRO DISTRITAL DE RESIDENTES EM FARMÁCIA; II JORNADA FARMACÊUTICA DE CUIDADO AO IDOSO.

Aguardamos, ansiosamente, os profissionais para juntos avançarmos em temas de grande relevância para a saúde da nossa população.


Dra Gilcilene Chaer
Presidente do Congresso

Maiores informações: http://congresso.crfdf.org.br/

fonte: http://www.crfdf.org.br/site/index.php

14 de fev. de 2019

Cursos ministrados pela Farmacêutica Gabriele Brasil Barbiere

Cursos



CURSOS PRESENCIAIS E À DISTÂNCIA!


CONFIRA...


2019




Para o Curso Vip turma 2.0 acesse:

https://www.eventbrite.com.br/e/turma-20-curso-vip-como-empreender-no-consultorio-farmaceutico-tickets-53211542155?aff=erelexpmlt





À DISTÂNCIA (EAD)






*Promoção do colar com um pingente válida até quando durarem os estoques!






CURSO COMO MONTAR UM CONSULTÓRIO FARMACÊUTICO? (MÓDULO 1)
VIGILÂNCIA SANITÁRIA: COMO SE PREPARAR PARA A INSPEÇÃO INCLUSIVE EM CONSULTÓRIOS (MÓDULO 2)


CARGA-HORÁRIA TOTAL: 120H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$ 350,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)


OBJETIVO:


Abordar os aspectos técnicos e jurídicos da estruturação de um Consultório Farmacêutico, bem como sua gestão e serviços agregados para a manutenção da qualidade de vida do paciente, além de preparar o profissional para uma possível inspeção sanitária.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MÓDULO I:


- Mercado farmacêutico atual;
- Objetivos do consultório farmacêutico;
- O que o farmacêutico pode prescrever? – Aspectos legais e éticos baseados na Resolução CFF 586/13;
- Consultório Farmacêutico baseado na Resolução CFF 585/13;
- Serviços agregados ao consultório farmacêutico;
- Serviços de estética no consultório farmacêutico baseado na Resolução CFF 573/13 e Resolução CFF 616/15;
- Quanto cobrar pela consulta e demais serviços?
- Publicidade/divulgação do consultório;
- Fidelização da clientela;
- Investimento para montar um consultório farmacêutico autônomo (privado);
- Softwares disponíveis como ferramenta para a prescrição farmacêutica;
- Documentos exigidos para legalização do consultório farmacêutico;
- Vídeos, legislações e outros materiais de apoio.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MÓDULO II:


- SISTEMA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁTIA – ANVISA E VISA
- LEGISLAÇÃO SANITÁRIA BRASILEIRA
- RISCO SANITÁRIO – GESTÃO – PLANEJAMENTO
- RISCO X PERIGO - GRAU E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
- BOAS PRÁTICAS FARMACÊUTICAS – DOCUMENTAÇÃO LEGAL
- RDC 44/2009 – LEI 13.021/14
- A INSPEÇÃO – COMO RECEBER O INSPETOR?
- PONTOS CRÍTICOS DA INSPEÇÃO EM FARMÁCIAS COM MANIPULAÇÃO E EM DROGARIAS
- PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FARMACÊUTICOS
- PRESCRIÇÃO FARMACÊUTICA
- FARMACOVIGILÂNCIA E TECNOVIGILÂNCIA
- COMO INSTALAR O CONSULTÓRIO FARMACÊUTICO / ESTÉTICA
- LEGALIZAÇÃO E GESTÃO DO CONSULTÓRIO FARMACÊUTICO
- POSTURA ÉTICA DO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO NA FARMÁCIA E NO CONSULTÓRIO





CURSO NOÇÕES DE PRESCRIÇÃO DE SUPLEMENTOS PARA HIPERTROFIA MUSCULAR, EMAGRECIMENTO E MIP`s


CARGA-HORÁRIA TOTAL: 100H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$ 300,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)


OBJETIVO:


Aprimorar os conhecimentos dos profissionais prescritores, citando a gama de produtos que podem ser utilizados para suplementação pré-treino e pós-treino para um indivíduo praticante de atividade física ou até mesmo atletas esportivos.


CONTEÚDO:


- O que se pode prescrever e como prescrever? – Aspectos legais e éticos (ênfase no profissional farmacêutico)
- Noções de Semiologia;
- Prescrevendo Suplementos para ganho de massa muscular;
- Monitoramento bioquímico através de exames laboratoriais durante a suplementação;
- Prescrevendo Vitaminas;
- Prescrevendo MIP`s (Medicamentos Isentos de Prescrição);
- Probióticos e Prebióticos;
- Sugestões de formulações para hipertrofia muscular, saúde dos cabelos e unhas.
- Softwares disponíveis como ferramenta para a prescrição farmacêutica;
- Vídeos, legislações e outros materiais de apoio.


PÚBLICO-ALVO:
Farmacêuticos, nutricionistas, acadêmicos e demais interessados.





CURSO INFECÇÃO HOSPITALAR X BIOSSEGURANÇA


CARGA-HORÁRIA: 80H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$ 125,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)


OBJETIVOS DO CURSO: Infecção hospitalar é qualquer infecção contraída por pacientes durante internação hospitalar gerando sintomas que podem se manifestar durante a internação ou após a alta. Biossegurança Hospitalar é um conjunto de normas que visam à redução de riscos a saúde do trabalhador, orientando estes ao manuseio e descarte de produtos, medicamentos, substâncias etc. Através de um conteúdo simples e didático o aluno aprende a prevenir as infecções hospitalares e a aprimorar as questões de biossegurança na unidade de saúde. Esse curso também conta com dezenas de POP`s (Procedimento Operacional Padrão) para auxiliar o aluno a implantar normas de segurança em uma instituição hospitalar.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:


· Definição de infecção hospitalar
· Transmissão das infecções hospitalares
- Perigo x Risco
· Classificação das áreas físicas hospitalares
· Tipos de infecção hospitalar
· Sepse
· Biossegurança
· Tipos de risco
· Conduta após acidente biológico
· Precaução padrão
· Equipamentos de proteção EPI e EPC
· Tipos de isolamento
· CCIH
· Resumindo a atuação da CCIH
· Principais medidas para prevenção de infecções hospitalares
· Lavagem das mãos
· Desinfecção
· Esterilização
· POP`s (modelos diversos) e vídeos como material de apoio


PÚBLICO-ALVO: Profissionais da área de saúde e demais interessados.












CURSO BÁSICO DE PRIMEIROS SOCORROS


CARGA-HORÁRIA: 80H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$125,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)

OBJETIVO:


Salvar vidas! Fazer a diferença! Preparar o aluno para efetuar os primeiros atendimentos e ter capacidade de intervir em situações que causem risco ou outro possível dano à vítima.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


- NR-7 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO)
- Conceito de Primeiro Socorro
- Atendimento pré-hospitalar
- Procedimentos nas emergências
- Os 10 mandamentos do socorrista
- Aspectos legais dos Primeiros Socorros
- Asfixia
- Afogamento
- Hemorragia interna e externa
- Ferimentos / Traumas
- Tipos de choques
- Desmaio
- Crise convulsiva
- AVE / AVC
- Queimaduras
- Fraturas
- Luxação, entorse e contusão
- Acidente ocular
- Envenenamento / intoxicação
- Picada de cobra venenosa
- Ressuscitação cardiopulmonar (RCP)
- Remoção e resgate de vítima
- Vídeos e outros materiais de apoio.


Público-alvo: Através de uma linguagem descomplicada, o curso é destinado a leigos ou profissionais da área de saúde.





CURSO PRESCRIÇÃO DE COSMÉTICOS, DERMOCOSMÉTICOS E NUTRICOSMÉTICOS


CARGA-HORÁRIA TOTAL: 100H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$ 300,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)


OBJETIVO: Orientar ao profissional da saúde quanto à prescrição de cosméticos e dermocosméticos e a prescrição por via oral de nutricosméticos, enfatizando seus benefícios, indicações e contra-indicações.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO


- Fundamentos e princípios da cosmetologia
- Conceitos de cosméticos e dermocosméticos
- Aplicabilidade cosmética
- Potencial da prescrição de cosméticos e dermocosméticos
- Biologia funcional da pele
- Anátomo-fisiologia
- Farmacologia e bioquímica
- Barreira cutânea
- pH cutâneo
- Biotipo e fototipo de pele
- Mecanismos de intervenção dermocosmética
- Hidratação
- Proteção
- Oclusão
- Emoliência
- Condições que requerem hidratação
- Aplicabilidade e seleção de hidratantes
- Limpeza, adstringência e tonificação
- Mecanismos de ação
- Condições que requerem limpeza, adstringência e tonificação e seus respectivos produtos
- Fotoproteção
- Mecanismos básicos da proteção solar
- Aplicabilidade dos protetores solares
- Indicação e escolha dos protetores solares para prescrição
- Diferença entre dermocosméticos, cosméticos e nutricosméticos
- Nutricosméticos
- Definindo cosmecêuticos e Nutracêuticos
- Envelhecimento cutâneo
- Nutricosméticos e a pele
- Nutricosméticos e os cabelos e unhas
- Comportamento do consumidor de cosméticos
- Grau de risco dos cosméticos, segundo a ANVISA
- Estudos clínicos para comprovar segurança de um cosmético
- A utilização de lipossomas na dermocosmética (nanotecnologia)
- Cosméticos manipulados ou industrializados?

- Vídeo sobre dermocosméticos e cosméticos
- Lipodistrofia ginóide e gordura subcutânea x visceral
- Prescrição de agentes que atuam na adiposidade cutânea
- Clareamento da pele
- Hiperpigmentação cutânea
- Produtos clareadores para prescrever
- Uso de agentes clareadores
- Rejuvenescimento
- Renovação celular
- Tônus e elasticidade
- Ação antioxidante
- Produtos para rejuvenescimento cutâneo
- A pele acneica
- Ação comedolítica
- Mecanismos de ação
- Aplicações no cuidado da acne
- Produtos comedolíticos
- Ação queratolítica
- Mecanismos de ação
- Aplicações em dermocosmética
- Produtos queratolíticos e queratoplásticos para prescrição
- Ação seborreguladora
- Mecanismos da seborregulação
- Aplicações em dermocosmética
- Produtos seborreguladores para prescrição
- Ação anti-inflamatória
- Mecanismos da ação antiflogística
- Aplicações em dermocosmética
- Produtos antiflogísticos para prescrição
- Boas práticas de prescrição de cosméticos e dermocosméticos
- Anamnese
- Plano de cuidado dermocosmético
- Seleção dos cosméticos e dermocosméticos
- Prescrição e orientações ao paciente
- Registro e documentação



CURSO NOÇÕES BÁSICAS PARA FORMULAÇÕES EM EMAGRECIMENTO


CARGA-HORÁRIA TOTAL: 100H (INCLUI CERTIFICADO)


INVESTIMENTO: De R$ 300,00 (Depósito Itaú, boleto ou cartão de crédito em até 12x)


OBJETIVO:


Aprimorar os conhecimentos dos profissionais prescritores, exemplificando com formulações e dando ênfase em fitoterápicos para o emagrecimento saudável.


CONTEÚDO:


- O que o farmacêutico pode prescrever e como prescrever? – Aspectos legais e éticos (ênfase no profissional farmacêutico e nutricionista);
- Índice Glicêmico;
- Equilíbrio hormonal;
- Gordura visceral x subcutânea;
- Prescrevendo nutricosméticos para emagrecimento;
- Prescrevendo Vitaminas;
- Prescrevendo MIP`s (Medicamentos Isentos de Prescrição);
- Probióticos e Prebióticos;
- Fibras;
- Sugestões de formulações para emagrecimento;
- Softwares disponíveis como ferramenta para a prescrição digital;
- Casos clínico;
- Vídeos e materiais de apoio.


PÚBLICO-ALVO:
Farmacêuticos, nutricionistas, acadêmicos e demais interessados.



CONSULTE CONDIÇÕES DE PARCELAMENTO (NO CARTÃO DE CRÉDITO) DO SEU CURSO ATRAVÉS DO WHATSAPP: (21) 99805-2088

fonte: http://gabripharma.blogspot.com/p/cursos-eventos.html

A Gerência de Farmacovigilância alerta sobre o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma decorrente do uso cumulativo de hidroclorotiazida

Identificação do produto ou caso:

Hidroclorotiazida

Problema:

Aumento do risco de câncer de pele não-melanoma (carcinoma basocelular e carcinoma de células escamosas) com o uso cumulativo de hidroclorotiazida, diurético amplamente utilizado (isoladamente ou em associação com outros fármacos) para o tratamento da hipertensão arterial bem como para o controle de edemas.

Histórico:

Dados de estudos epidemiológicos demonstraram uma associação dose-dependente cumulativa entre hidroclorotiazida e o câncer de pele não-melanoma. Um estudo [1] incluiu uma população composta por 71.533 casos de carcinoma basocelular e de 8.629 casos de carcinoma de células escamosas pareados a 1.430.833 e 172.462 controles populacionais, respectivamente. Uma relação dose-resposta cumulativa clara foi observada tanto para o carcinoma basocelular como para o carcinoma de células escamosas. Outro estudo [2] mostrou uma possível associação entre câncer de lábio e a exposição à hidroclorotiazida. Ações fotossensibilizadoras da hidroclorotiazida podem atuar como um possível mecanismo para a doença.

Com base em avaliação realizada pela Anvisa e levando-se em conta as informações divulgadas por autoridade sanitária estrangeira [3] foi considerada plausível a associação entre o aumento do risco de câncer de pele não-melanoma e o uso a longo prazo de medicamentos contendo hidroclorotiazida.

Recomendações:

Solicitamos que os profissionais de saúde informem aos pacientes tratados com hidroclorotiazida sobre o risco de câncer de pele não-melanoma, especialmente aqueles pacientes que já fazem uso a longo prazo do fármaco. Os pacientes devem ser orientados a verificar regularmente a sua pele quanto a novas lesões e a notificar imediatamente ao profissional quaisquer lesões cutâneas suspeitas. A Anvisa orienta que não se interrompa o tratamento sem antes consultar o médico. Lesões cutâneas suspeitas devem ser prontamente examinadas, incluindo exame histológico de biópsias. Medidas preventivas tais como limitação da exposição à luz solar e aos raios UV podem realizadas no intuito de minimizar o risco de câncer de pele. O uso de hidroclorotiazida pode ser revisto em pacientes com histórico de câncer de pele não-melanoma.

A Anvisa solicitará a inclusão em bula das novas informações de segurança para todos medicamentos que contém o princípio ativo hidroclorotiazida que ainda não possuem tais informações.

A agência monitora continuamente os medicamentos e solicita aos profissionais de saúde e pacientes que notifiquem os eventos adversos ocorridos com o uso de qualquer medicamento. A comunicação de suspeitas de eventos adversos pelos pacientes pode ser realizada por meio do Formulário de Notificação de Eventos Adversos para o Cidadão ou ainda pelos canais disponíveis para atendimento ao cidadão: Central de Atendimento ao Público e Ouvidoria. Para o profissional de saúde, a Anvisa disponibiliza o sistema Notivisa para a realização das notificações de eventos adversos.

Anexos:

Referências: Pedersen SA, Gaist D, Schmidt SAJ, Hölmich LR, Friis S, Pottegård A. Hydrochlorothiazide use and risk of nonmelanoma skin cancer: A nationwide case-control study from Denmark. J Am Acad Dermatol. 2018 Apr; 78(4):673-681.

Sarah N.Robinson, Michael S.Zens, Ann E.Perry, Steven K.Spencer, Eric J.Duell, Margaret R.Karagas. Photosensitizing Agents and the Risk of Non-Melanoma Skin Cancer: A Population-Based Case–Control Study. Journal of Investigative Dermatology. Volume 133, Issue 8, August 2013, Pages 1950-1955.

PRAC recommendations on signals.

fonte: Site Anvisa

Área: GGMON Número: 72018 Ano: 2018

13 de fev. de 2019

Receituários passam a ter validade em todo o território nacional

Entra em vigor nesta quinta-feira, 7 de fevereiro, a Lei 13.732/2018, que torna válido o receituário de medicamentos em todo o território nacional, independentemente da unidade da Federação em que tenha sido emitido, inclusive o de medicamentos sujeitos ao controle sanitário especial. A Lei alterou o parágrafo único do Art. 35 da Lei n° 5.991/1973 e refere-se aos procedimentos regulamentados pela Portaria SVS/MS n° 344/1998.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta semana, o ofício circular nº 2, que trata sobre o visto nos receituários controlados, após a publicação da Lei n° 13.732/2018. De acordo com o documento, as regras para aceitação de receitas de controle especial e de notificações de receita emitidas em outros estados permanecem as mesmas, ou seja, o farmacêutico deve apresentá-las à Vigilância Sanitária local no prazo de 72 horas.

De acordo com o parágrafo único do art. 41 e o §3º do art. 52 da Portaria SVS/MS nº 344/1998: serão recepcionados pelo referido dispositivo legal, de modo que, com a entrada em vigor da Lei nº 13.732/2018, continuará “vigente” a exigência de apresentação à Autoridade Sanitária local, para averiguação e visto, no do prazo de 72 (setenta e duas) horas, as Receitas de Controle Especial e as Notificações de Receitas “A” procedentes de outras unidades federativas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária encerrou, no dia 4 de fevereiro, a Consulta Pública com proposta de norma que estabelece os critérios e procedimentos para implementação de gerenciamento informatizado da distribuição de numeração e talonários de Receituário de Controle Especial no território nacional. A norma deve ser publicada em breve.

Fonte: CFF
Autor: Comunicação
fonte: http://www.cff.org.br/noticia.php?id=5176

28 de jan. de 2019

BEBÊ QUASE MORRE APÓS CONTRAIR HERPES ATRAVÉS DE BEIJO DE PARENTE

Se você sempre achou que ter cuidados especiais com recém-nascidos era algum tipo de superproteção dos pais, essa história te fará mudar de ideia.


Um bebê quase morreu após pegar herpes através de um beijo de um parente que tinha uma ferida na boca. Kaylah Merritt, de um ano, ficou coberta por manchas roxas dolorosas em todo o corpo antes de ser diagnosticada com eczema herpético, causada pelo vírus herpes simplex.

Aterrorizados, seus pais a levaram ao hospital, onde precisou tomar antibióticos e usar cremes para acalmar a pele. Contudo, caso eles não tivessem procurado ajuda médica, o caso poderia se tornar fatal, segundo os profissionais.

Após o episódio assustador, o casal passou a alertar outras pessoas sobre o perigo. “Quando os médicos me disseram que era perigoso, chorei pensando em como poderia tê-la perdido devido a um beijo bobo”, contou a mãe ao Daily Mail. “Se não tivéssemos ido ao hospital rapidamente, poderia ter sido muito perigoso, ela podia ter morrido”, completou o pai de Kaylah.

Quando a bebê começou a apresentar manchas na pele, os pais notaram que seus gritos de choro estavam diferentes. “Ela chorava tanto que eu sabia que isso só podia significar dor. Estávamos em casa e quando fui colocá-la no banho vi todas as marcas em suas pernas”, relembrou a mulher. “Foi um pesadelo terrível. Ela tinha erupções roxas por toda parte e estava soluçando de tanto chorar.”

Ela acrescentou: “Meu noivo estava petrificado, mas me manteve calma e fez com que Kaylah também ficasse mais tranquila. Eu notou imediatamente que precisávamos levá-la ao hospital. Os médicos nos disseram que alguém com uma ferida na boca podia tê-la beijado. Com isso, ela acabou desenvolvendo as erupções, uma vez que o sistema imunológico dos bebês não é forte o suficiente.”
Mais sobre o eczema herpético

Os sintomas do eczema herpético, que é transferido por herpes labial ou febre aftosa, incluem erupções cutâneas dolorosas, além de febres altas e tremores no corpo.

No Darlington Memorial Hospital A&E (Reino Unido), os médicos disseram que a bebê teve sorte de ter sido levada para atendimento a tempo.

Ela recebeu alta do hospital quatro dias após sua internação, porém ainda não se recuperou totalmente da doença. Passado um mês, Kaylah ainda precisa tomar medicação diária até que o vírus desapareça, além de passar por consultas médicas semanais.

Segundo o The Herpes Viruses Association (Reino Unidos), muitas pessoas não sabem que carregam o vírus herpes simplex. Isso porque apenas uma em cada três apresentam sintomas que levam ao diagnóstico.

Nos bebês, o vírus pode ser transmitido por um beijo. Já em recém-nascidos, a transmissão pode acontecer através da mãe, caso ela tenha tido herpes genital pela primeira vez nas últimas seis semanas de gravidez.

fonte: http://womenshealthbrasil.com.br/bebe-quase-morre-apos-contrair-herpes-atraves-de-beijo/

17 de jan. de 2019

Brasileiros têm direito a atendimento médico gratuito em três países; saiba como emitir o documento

Certificado de Direito à Assistência Médica garante ao viajante atendimento nos hospitais públicos em Portugal, Itália e Cabo Verde como se fosse cidadão local.


Certificado de Direito à Assistência Médica (CDAM)

Os acordos internacionais incorporam-se ao contexto da política externa brasileira, gerida pelo Ministério das Relações Exteriores - MRE e são resultado de consensos diplomáticos entre governos e empenho, à época, do Ministério da Previdência Social – MPS. O Governo brasileiro tem estabelecido acordos com outros países motivado pelo elevado volume de comércio exterior; pelo recebimento no País de investimentos externos significativos; pelo acolhimento, no passado, de fluxo migratório intenso e/ou; por relações especiais de amizade. Assim, o Brasil possui Acordos Multilaterais e Bilaterais em vigência com diversos países, sendo que três países possuem previsão de assistência à saúde, a saber, Cabo Verde, Itália e Portugal.

O Certificado de Direito à Assistência Médica - CDAM é um certificado oriundo de acordos previdenciários assinados pelo Brasil com Cabo Verde, Itália e Portugal, que permite que o brasileiro (nato ou naturalizado e estrangeiros residentes no Brasil e contribuintes da Previdência Social) que esteja em um desses países possa ser atendido na rede pública dos países acordados como cidadão local. Ou seja, em Portugal, por exemplo, se o português pagar por um procedimento de saúde, o brasileiro também deverá pagar em igual característica. Da mesma forma, os procedimentos gratuitos ao nativo também serão gratuitos aos portadores do CDAM.

O acesso à rede pública de saúde em Portugal, Cabo Verde e Itália é feito por meio da apresentação do CDAM, emitido pelo Ministério da Saúde. A emissão do CDAM é realizada pela Gestão de Pessoas em todos os Núcleos Estaduais do Ministério da Saúde e no Distrito Federal, garantindo o atendimento em todo território nacional.

Orientações Gerais:

1 - Países com o acordo vigente com o Brasil:

1.1 - Cabo Verde
1.2 – Itália
1.3 – Portugal

2 - Exemplos de Beneficiários:
2.1 – Celetista
2.2 – Empregadores
2.3 – Domésticos
2.4 – Autônomos
2.5 – Avulsos
2.6 – Temporários
2.7 - Aposentados/Pensionistas pelo INSS - Lei 8.213/91 (Regime Geral de Previdência Social)
2.8 - Dependentes (menores de 21 anos e Cônjuges)

3. Lista de documentos exigidos para a emissão do CDAM – (Certificado de Direito à Assistência Médica)
3.1 - Para Portugal (PB4):
RG
CPF
Passaporte Válido
Comprovante de Residência no Brasil

3.2 - Para Itália (IB2) e Cabo Verde (PB4):
RG
CPF
Passaporte Válido
Comprovante de Residência no Brasil
Comprovante de Vínculo com o INSS

3.3 - Exemplos de Comprovantes de Vínculo com o INSS:
3.3.1 - Empregado celetista: carteira de trabalho assinada (sem data de demissão) ou contrato de trabalho, além do contracheque mais recente (mês anterior ou atual).
3.3.2 - Contribuinte Individual/Segurado Especial/Facultativo: comprovante do efetivo pagamento da contribuição sem atraso da competência vigente na data da solicitação (GPS – Guia da Previdência Social).
3.3.3 - Aposentados/Pensionistas do INSS: Comprovante de concessão da aposentadoria/pensão e documento que contenha o número de inscrição do benefício no INSS.
3.3.4 - Empregador: Contrato social e comprovante do efetivo pagamento da contribuição sem atraso da competência vigente na data da solicitação (GFIP – Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e de Informações à Previdência Social), além do documento que contenha o número de inscrição (individual) no INSS (comprovando que este é vinculado ao CNPJ apresentado).

3.4 - Para os dependentes:
RG
CPF
Passaporte Válido
Documento que comprove a dependência (certidão de nascimento ou RG do filho menor de 21 anos; certidão de casamento/declaração de união estável)

4. Solicitando CDAM em nome de outra pessoa:
4.1 - É necessária a apresentação de Procuração Pública e documento de identificação do procurador;
4.2 - A documentação deverá ser apresentada com autenticação em Cartório, Embaixada ou Consulado. Se possível, apresentar os originais para que as cópias sejam autenticadas pelo órgão emissor do CDAM (Ministério da Saúde).
4.3 - O procurador deverá, no ato da entrega da documentação, fornecer o endereço de residência do segurado no Brasil.

5. Informações importantes:
5.1 - Para os países Itália e Cabo Verde, é vedado o fornecimento de certificado a funcionários públicos que não contribuem com o Regime Geral de Previdência Social – RGPS;
5.2 - O certificado terá validade de até um ano, contado a partir da data da emissão;
5.3 - O certificado poderá ser entregue em até 05 (cinco) dias úteis da data de solicitação.
5.4 - O Certificado não é equivalente a um seguro viagem.
5.5 - É recomendável realizar o reconhecimento de firma da assinatura no certificado bem como o Apostilamento (Convenção da Apostila da HAIA) nos cartórios;
5.6 - Deverão ser apresentados os documentos originais ou cópias autenticadas;
5.7 - O menor de idade (menos de 18 anos) não poderá ser titular do CDAM, salvo a emancipação (devendo esta ser comprovada). Apenas será registrado como dependente, tendo como titular um dos pais ou seu tutor/curador. O cidadão poderá ser titular do CDAM a partir dos 18 anos de idade, contudo, poderá ser registrado como dependente de um titular até os 21 anos de idade, desde que comprovada a dependência.
5.8 - Nos casos de menor sob guarda, somente serão aceitos quando comprovada a guarda judicial;
5.9 - Visando agilidade no seu atendimento, apresente cópias simples dos documentos exigidos.
Regionais de dados cadastrais

Atualização: dezembro/2018

O atendimento é presencial em qualquer um dos Núcleos Estaduais do Ministério da Saúde, localizados nas capitais dos estados brasileiros, conforme tabela abaixo.

UF DADOS
=> Acre
 Responsável: CLÁUDIO ROBERTO DO NASCIMENTO
Endereço: Rua Coronel Sebastião Dantas, nº 2.418, Térreo - Estação Experimental - Rio Branco/AC
Telefone: (68)3212-2915 ou 3212-2900
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
=> Alagoas
 Responsável: THIAGO EVARISTO SOUZA SANTOS e ADERALDO GOMES DE ARAÚJO
Endereço: Rua Prof. José da Silveira Camerino, nº 880, Ed. Empresarial Belo Horizonte, 1º andar, sala 124 - Pinheiro - Maceió/AL
Telefone: (82) 3198-1783
Atendimento: 08h às 14h
=> Amapá
 Responsável: ELZARINA BARBOSA FONSECA
Endereço: Av. Antônio Coelho de Carvalho, 2517 - Santa Rita – Macapá/AP
Telefone: (96) 2101-1403
Atendimento: 08h30 às 12h
=> Amazonas
 Responsável: MARINA EUGENIA LEITE BARRONCAS
Endereço: Av. Djalma Batista, nº 1018, Sala de Capacitação - Chapada - Manaus-AM
Telefone: (92) 3671-6254
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
=> Bahia
 Responsável: ISAURA DO BOMFIM SILVA
Endereço: Rua do Tesouro, 21/23, 6º andar - Centro - Salvador/BA
Telefone: (71) 3266-1732 ou 3266-2702
Atendimento: 08h – 11h e 13h – 15h
=> Ceará
 Responsável: PEDRO HENRIQUE SERRA AZUL e LEDA MARIA FALCÃO FONSECA
Endereço: Rua do Rosário, nº 283, sala 709 - Centro - Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3209-3480/3209-3456
Atendimento: 08h30 às 12h
=> Distrito Federal
 Responsável: GLEISSE DE CASTRO FONSECA E RENALDO VASCONCELOS DA PONTE
Endereço: Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Anexo, Térreo, Ala B, Sala B - Brasília/DF
Telefone: (61) 3315-2612/ 3315-2611
Atendimento: 7h às 19h (senhas até às 18h30)
=> Espírito Santo
 Responsável: RAULINO PEREIRA GOUVEIA/SOLANGE ROCHA SAMPAIO
Endereço: Rua Moacyr Strauch, nº 85, Térreo, Sala do Serviço de Gestão de Pessoas - Praia do Canto - Vitória/ES
Telefone: (27) 3145-2700
Atendimento: 08h às 12h (limitado a 20 (vinte) senhas de atendimento por dia, de segunda a sexta)
=> Goiás
 Responsável: MARLI SOREL DE ARAÚJO GONÇALVES
Endereço: Rua 82, nº 179, 6º andar Setor Sul - Goiânia/GO
Telefone: (62) 3526-1044 ou 3526-1046
Atendimento: 08h às 11h e 13h às 16h
=> Maranhão
 Responsável: ROBERTO ALMEIDA DE MELO
Endereço: Av. Professor Carlos Cunha, 3000, Shopping Jaracati - Bairro Jaracati – CEP: 65.076-979.
Telefone: (98) 3231-1336 ou 3232-8634
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 17h
=> Mato Grosso
 Responsável: JORGE FREDERICO CARDOSO
Endereço: Av. Senador Filinto Muller, 35 (Esquina c/ Av. Gel. Ramiro de Noronha) – Bairro Duque de Caxias – Cuiabá – MT – CEP: 78043-400
Telefone: (65) 3617-5842 ou 3617-5825
Atendimento: 07h às 11h e 13h às 16h
=> Mato Grosso do Sul
 Responsável: JOSEFINA ROZANA CAIMAR
Endereço: Rua Jornalista Belizário Lima, nº 236, 1º Andar, Sala de Recursos Humanos - Vila Glória – Campo Grande/MS
Telefone: (67) 3317-3221
Atendimento: 08h às 11h e 13h às 16h
=> Minas Gerais
 Responsável: JOSÉ ADRIANO CUPERTINO
Endereço: Rua Espírito Santo, 500, 11º andar, sala 1103 – Centro – Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3248-2814
Atendimento: 09h às 15h
=> Pará 
Responsável: NELSON AUGUSTO SILVA DE SOUZA e SOLON JOSE GUIMARAES IMBIRIBA
Endereço Av. Conselheiro Furtado, nº 2520, Ed. Daniel Leite Dias – Cremação, Belém-PA. CEP: 66.063-060. Andar Térreo – Sala do Protocolo
Telefone: (91) 3265-6347
Atendimento: 08h às 14h
=>Paraíba
Responsável: MARCOS AURÉLIO MARTINS DE PAIVA
Endereço: Av. Duarte da Silveira, 610, Térreo, Central de Atendimento ao Público – Centro - João Pessoa/PB
Telefone: (83) 3612-3428 ou 3612-3430
Atendimento: De 2ª a 5ª feira: 08h às 11:30h e 13h30 às 17h; 6ª feira: 08h às 12h (senhas distribuídas até uma hora antes do encerramento do expediente)
=> Paraná
Responsável: MARCIO TREVISAN
Endereço: Rua Cândido Lopes, 208, 4º andar, Sala 404 - Centro - Curitiba/PR
Telefones:(41) 3310-3545 / 3546
Atendimento: De 08h às 10h será recolhida a documentação necessária (documentos originais e cópia ou cópia autenticada).
Informações adicionais pelos telefones (41) 3310-3545 e (41) 3310-3546 nos horários de 10h às 13h e de 15h30 às 17h.
=> Pernambuco
Responsável: SORAYA MARIA DANTAS JORDÃO
Endereço: Rua Prof. Aluisio Pessoa de Araújo, 75, 1º Andar, Edifício Empresarial BV Corporate - Boa Viagem - Recife/PE
Telefone: (81) 3303-4678
Atendimento: 08h às 15h30
=> Piauí
Responsável: KATTIÚSCIA DE SOUSA ALVES e HIRLA DE SOUSA MIRANDA TELES
Endereço: Rua Magalhães Filho, 519, esquina com Lisandro Nogueira - Centro Norte - Teresina/PI
Telefone: (86) 3326-2102
Atendimento: 07h às 12h
=> Rio de Janeiro
Responsável: ALMIR SILVA PEREIRA
Endereço: Rua México,128, térreo, Central de Atendimento de Pessoas - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 3985-7620 ou (21) 2240-2733
Atendimento: 9h às 15h
=> Rio Grande do Norte
Responsável: FERNANDO LUIZ RODRIGUES DO AMARAL 
Endereço: Av. Rodrigues Alves, 881, Térreo, Sala CAP - Tirol - Natal/RN
Telefone: (84) 3133-1500
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 17h
=> Rio Grande do Sul
Responsável: ZENILDA RIBEIRO CORRÊA/MARIA CRISTINA DE OLIVEIRA
Endereço: Avenida Borges de Medeiros, nº 536, 5º andar, sala 509 - Centro Histórico – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3213-2072 ou 3213-2074
Atendimento: 08h às 17h (com hora marcada)
=> Rondônia
Responsável: IRGO MENDONÇA ALVES
Endereço: Av. Campos Sales, 2645, Sala de Recursos Logísticos - Centro - Porto Velho/RO
Telefone: (69) 3216 6170
Atendimento: 08h as 11h e 14h as 17h
=> Roraima
Responsável: VANUZA LIZ PANTOJA
Endereço: Av. Santos Dumont, nº1403, Térreo, Sala 07 - São Francisco – Boa Vista /RR
Telefone: (95) 3623-3542
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 17h
=> Santa Catarina
Responsável: JAIRO QUADRO SILVA e LUIZ ANTONIO KNOPP
Endereço: Praça Pereira Oliveira, nº 35 – 1º andar – Centro - Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3212-2860 e 3212-2861
Atendimento: 10h às 16h
E-mail: cdamnucleosc@saude.gov.br
=> São Paulo
Responsável: FATIMA APARECIDA GARDIM
Endereço: Rua Santo Antônio, 594 – Bela Vista – CEP 01314-000 – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3291-8973 ou 3291-8976 ou 3291-8975
Atendimento: 9h às 13h
E-mail: acordosp@saude.gov.br
=>Sergipe
Responsável: PAULO ROBERTO ANDRADE COSTA
Endereço: Rua Estância, 633, térreo e 1º andar, Setor de Cadastro - Centro - Aracaju/SE
Telefone: (79) 3214-0164
Atendimento: 08h às 12h e 13h às 16h
=> Tocantins
Responsável: MARLENE RODRIGUES GUIMARAES
Endereço: Quadra 104 Norte, Av. LO 02, Conjunto 01, Lote 19, Ed. Homaidan - Plano Diretor Norte
Telefone: (63) 3218-3917
Atendimento: 08h às 12h e 14h às 18h

fonte: 

http://portalms.saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-do-viajante

https://g1.globo.com/turismo-e-viagem/noticia/2018/08/24/brasileiros-tem-direito-a-atendimento-medico-gratuito-em-tres-paises-saiba-como-emitir-o-documento.ghtml

Verão propicia o aumento da Candidíase

O que é Candidíase?
A infecção por Candidíase é mais frequentes no verão, é uma infecção causada pelo fungo candida, geralmente causada pela candida albicans, entre 80 a 90% dos casos clinicos diagnosticado. Porém também pode ocorrer devido a outras espécies não albicans.
A Candidíase normalmente afeta os órgãos genitais femininos, mas pode ocorrer também em outras partes do corpo humano, entre elas podemos relacionar os órgãos genitais masculino, boca, unha, pela entre outros.
Tipos
O tipo de candidíase depende mais do local em que ela aparece:
Candidíase vaginal

A forma mais comum da candidíase, acomete mulheres que estejam com um sistema imunológico mais fraco ou com a flora vaginal desequilibrada. Nesses casos, o fungo, que já está presente no organismo, consegue se replicar mais, já que o corpo perde os recursos necessários para contê-lo.
Candidíase peniana (balanopostite)

Candidíase no pênis 


Não é tão comum como a candidíase vaginal, porém merece cuidados quando se manifesta. Na maioria dos casos, a vulnerabilidade no organismo causada por problemas de saúde é fator primordial para que o fungo se reproduza em excesso no homem. Diabetes e higiene precária são fatores comuns.
Candidíase oral
A candidíase oral pode ser diagnosticada em crianças, idosos, diabéticos, em adultos após o contato íntimo desprotegido e pacientes em fase de tratamentos que comprometem o sistema imunológico. Ela é caracterizada por pequenas aftas na boca e dificuldade para engolir.
Candidíase de esôfago

As esofagites de causa infecciosa causada pelo fungo Candida albicans é o mais raro dos tipos de inflamações no esôfago e predominam nos pacientes de baixa imunidade, principalmente os portadores de AIDS e câncer.

A candidíase de esôfago é mais comum em idosos e raramente acomete crianças, exceto quando há comprometimento de imunidade.
Candidíase na pele (Intertrigo)

O intertrigo candidiásico 


É uma infecção causada na pele que pode aparecer sem outros fatores associados. Ela ocorre principalmente pelo atrito entre as peles, criando assim pequenas lesões em que surge um ambiente propício (calor, umidade e alimento) para a proliferação de bactérias e fungos.

Geralmente, as partes do corpo que estão mais vulneráveis a essa doença são dobras como:
Axilas
Virilha
Nádegas
Barriga
Pescoço
Sob as mamas
Entre os dedos das mãos e dos pés
Parte interna das coxas.
Candidíase invasiva

O quadro recebe vários nomes, como candidíase disseminada ou invasiva e ocorre principalmente pessoas com um sistema imunológico enfraquecido, podendo assim atingir recém-nascidos de baixo peso e hospedeiros imunocomprometidos, ou seja, acaba sendo uma infecção mais hospitalar. Nesse caso, o fungo atinge a corrente sanguínea, podendo afetar qualquer órgão (como válvulas cardíacas, cérebro, baço, rins e olhos) e causar complicações graves.

Em casos mais graves ela pode evoluir para uma candidemia, que pode ser fatal.
Causas

O principal causador da candidíase vaginal é o fungo Candida albicans. Esse fungo já existe em pequenas quantidades no organismo da mulher e vive em equilíbrio com a flora vaginal.

No entanto, alguns fatores podem levar ao seu desequilíbrio no organismo, levando o fungo a se reproduzir e a causar sintomas. Áreas quentes e úmidas são mais propícias para o fungo se propagar. Por isso que as partes íntimas, zonas de dobra de pele e garganta e boca são mais propícias ao aparecimento do problema.

Além disso, o desequilíbrio da concentração desse fungo pode aparecer com mais facilidade em adultos ou crianças que possuem o sistema imunológico debilitado, já que são as defesas do nosso organismo que ajudam a conter seu crescimento exagerado.
Candidíase na gravidez

Na gestação ocorrem mudanças no genital, que apresenta maior vascularização local, aumento na produção de lactobacilos e mudança do PH da vagina que fica mais ácida e isso pode favorecer a proliferação de fungos e a ocorrência de candidíase.
Candidíase e sexo

A Candidíase não é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST). Por isso mesmo, mulheres e homens que nunca tiveram relações sexuais podem sim ter candidíase.

No entanto, pessoas com uma fauna genital e sistema imunológico mais prejudicado podem acabar pegando a candidíase através do sexo.

Por isso, indica-se que a pessoa em tratamento para candidíase tenha uma abstinência sexual.
Fatores de risco

Diversos hábitos podem aumentar o risco do fungo Candida albicans se espalhar pelo organismo, causando a candidíase vaginal. Veja alguns deles:
Uso de antibióticos

A microbiota vaginal é formada por diversas bactérias. Algumas delas são aliadas do organismo e ajudam a conter as bactérias e fungos que podem ser nocivos. No entanto, antibióticos de largo espectro - aqueles que são eficazes contra uma ampla gama de bactérias - podem matar essas bactérias saudáveis na sua vagina, o que pode levar ao crescimento de leveduras, como o fungo da candidíase vaginal.
Aumento dos níveis de estrogênio

Infecções fúngicas parecem ocorrer mais frequentemente em mulheres com aumento dos níveis de estrogênio - por exemplo, em mulheres que estão grávidas, que tomam altas doses de pílulas de estrogênio ou que fazem terapia hormonal de estrógeno.
Consumo excessivo de doces e carboidratos em geral

Os carboidratos propiciam o crescimento do fungo da candidíase vaginal de duas formas. A primeira é através da alteração do pH, que se torna mais ácido, logo é um ambiente muito mais propício para que a Candida se prolifere.

Além disso, a glicose também serve como alimento para esse fungo, portanto quando ela está em excesso no sangue, pode ajudar no aparecimento da candidíase vaginal.

Por isso, pessoas com diabetes também podem apresentar mais crises recorrentes de candidíase vaginal (além dos outros tipos).
Sexo sem proteção

Embora a candidíase não seja considerada uma DST, ela pode ser transmitida por meio do contato sexual, principalmente para as genitálias e boca.
Locais e roupas úmidos

O fungo a candidíase prefere locais úmidos, por isso a vagina é um local tão comum para essa infecção. Frequentar piscinas, ficar muito tempo com roupas de banho molhadas ou mesmo não secar corretamente a região genital pode propiciar uma candidíase vaginal.
Outros fatores que interferem no sistema imunológico
Dormir mal ou pouco
Ingestão insuficiente de vitaminas e minerais, consequência de uma dieta pouco equilibrada
Alto nível de estresse
Gripes fortes
Diabetes
Imunossupressa~o por medicamentos
Uso de drogas.
Sintomas
Sintomas de Candidíase

Os sintomas da candidíase também podem variar de acordo com os diferentes locais afetados:

Sintomas da candidíase vaginal

A candidíase vaginal costuma causar principalmente um corrimento esbranquiçado. Veja a lista de principais sintomas:
Coceira na área vaginal
Dor e vermelhidão na área vaginal
Corrimento vaginal branco e agrupado, parecido com queijo cottage
Relações sexuais dolorosas.
Sintomas da candidíase peniana
Coceira, ardência e inchaço na ponta do pênis
Relações sexuais dolorosas
Ardência ao urinar
Feridas (rachaduras) na pele do pênis
Corrimento branco e agrupado
Odor forte.
Sintomas da candidíase oral
Vermelhidão, ardência e desconforto na boca
Dor e dificuldade para engolir
Manchas brancas dentro da boca e na língua
Rachaduras no canto da boca.
Sintomas da candidíase de esôfago
Dor ao engolir
Dor no peito
Náuseas e vômito
Dor abdominal
Perda do apetite.
Sintomas da candidíase na pele
Vermelhidão na região das dobras
Escurecimento da pele nesta região, com formação de erosão e crostas
Descamação
Coceira e queimação na região das dobras
Saída de líquidos nas lesões.
Sintomas da candidíase invasiva
Febre
Emissão de urina turva
Dor de cabeça
Vômitos
Articulações inflamadas.
Buscando ajuda médica

Caso você apresente coceira, dor e vermelhidão na área genital, aliadas ou não de corrimento vaginal branco e espesso, procure um ginecologista imediatamente.
Diagnóstico e Exames
Na consulta médica

Especialistas que podem diagnosticar uma candidíase vaginal são:
Ginecologista
Clínico geral.

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:
Quais são seus sintomas vaginais?
Você nota um odor vaginal mais forte do que o comum?
Há quanto tempo você apresenta estes sintomas?
Você já tratou alguma infecção vaginal?
Você usou antibióticos recentemente?
Você é sexualmente ativa?
Você está grávida
Que medicamentos ou vitaminas você toma regularmente?.

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

Também é importante levar suas dúvidas para a consulta por escrito, começando pela mais importante. Isso garante que você conseguirá respostas para todas as perguntas relevantes antes da consulta acabar. Para candidíase, algumas perguntas básicas incluem:
Como posso prevenir infecções fúngicas?
Quais sintomas eu devo observar?
Preciso tomar algum medicamento?
Preciso tomar algum medicamento?
O que eu faço se meus sintomas retornarem após o tratamento?
O meu parceiro (a) também precisa ser testado?
Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade
Se possível, peça para uma pessoa te acompanhar.
Diagnóstico de Candidíase
Como identificar se é candidíase mesmo?

A candidíase tem sintomas muito semelhantes a outros problemas de saúde, por isso o único jeito de confirmar é fazer um exame de cultura da região afetada, para verificar se a infecção é causada por fungo e que fungo é esse. Veja a seguir o diagnóstico específico de cada tipo:
Diagnóstico da candidíase vaginal

O diagnóstico da candidíase vaginal começa a ser feito com o histórico do paciente, como infecções vaginais passadas e também se a paciente já teve alguma DST.

O próximo passo é um exame físico. O ginecologista usa um espéculo para segurar as paredes vaginais para visualizar melhor a vagina e o colo do útero. Ele também pode colher amostras de corrimento para análise laboratorial.

O outro passo é justamente essa análise do corrimento vaginal. Se as infecções por candidíase vaginal forem recorrentes, o médico pode inclusive pedir uma análise mais detalhada.
Diagnóstico da candidíase peniana

O diagnóstico da candidíase peniana começa a ser feito com o histórico do paciente, como infecções vaginais passadas e também se a paciente já teve alguma DST.

Depois são feitos os exames para observar as condições do pênis.
Diagnóstico da candidíase oral ou esofágica

É preciso fazer um exame de cultura de escarro e da boca para verificar a ocorrência do problema.
Diagnóstico do intertrigo

O diagnóstico do intertrigo é feito com base na observação dos sintomas da doença e através de exames como:
Raspagem da pele e exame KOH (hidróxido de potássio) para eliminar uma infecção por fungo
Lâmpada de Wood (luz negra) para eliminar uma infecção bacteriana chamada eritrasma
Biopsia da pele, que pode ser necessária em casos mais raropara confirmar o diagnóstico.

Também é indicada a realização de exame de sangue para o diagnóstico mais preciso, principalmente, para verificar se o indivíduo não está com diabetes. O intertrigo pode ser um dos sintomas iniciais da diabetes.
Diagnóstico da candidíase invasiva

Nesses casos os exames de cultura de escarro, boca, vagina, urina, fezes, ou pele não significa necessariamente infecção invasiva e progressiva. É preciso realizar exames de cultura do fungo no sangue, fluido pericárdio ou mesmo amostras de tecidos retiradas em biópsias para confirmar o diagnóstico.
Tratamento e Cuidados
Tratamento de Candidíase

O tratamento da candidíase, seja onde for sua localização, normalmente consiste no uso de pomadas antifúngicas ou medicamentos antimicóticos de uso local. No entanto, existem situações mais difíceis que denominamos como candidíase recorrente, onde será necessária a mudança da terapia e do estilo de vida.
Tratamento para candidíase recorrente

Vale a pena conversar e ser examinado pelo seu médico para determinar se existem fatores de risco (ex.: uso de corticoides, infecção pelo HIV, diabetes etc).


Os medicamentos mais usados para o tratamento de candidíase são:
Canditrat
Cetoconazol
Clindamin-C
Clocef
Clotrimazol
Colpatrin
Colpistatin
Daktarin
Fentizol
Flogo Rosa
Fluconazol
Gino-Canesten
Gynazole-1
Gyno-Icaden
Gynopac
Icaden
Itraconazol
Nistatina (creme)
Nistatina (solução)
Nitrato de Miconazol (creme vaginal).

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.
Convivendo (prognóstico)
Candidíase tem cura?

De acordo com o ginecologista Fabiano Sakae Kuteken, a candidíase possui cura sim, mas os testes de cura so´ estão indicados apo´s tratamento de infecções persistentes na~o-albicans, tendo pelo menos duas culturas negativas com uma semana apo´s o tratamento e intervalo de pelo menos uma semana entre as duas tomadas. Lembrando que existem pacientes que têm a cândida na flora vaginal, mas são assintomáticos.
Convivendo/ Prognóstico

Uma vez que você for diagnosticado com candidíase, é importante manter alguns cuidados, como:
Evitar o consumo de bebidas alcoólicas
Não fumar
Manter-se sempre hidratado
Evitar relações sexuais durante a fase inicial do tratamento
Usar preservativo em todas as relações sexuais
Evitar alimentos ricos em açucares e gordura
Usar cuecas de algodão largas para ajudar a manter a pele e o pênis seco e fresco
Evitar roupas quentes, apertadas ou molhadas
Usar o medicamento pelo tempo necessário definido pelo médico, pois o tratamento incompleto pode gerar a Candidíase recorrente.
Alimentos que pioram o quadro

Um dos fatores que desencadeiam os sintomas de candidíase é a alimentação. "O fungo precisa de um ambiente ácido para se reproduzir, e alimentos ricos em carboidratos simples, gorduras e proteínas animais contribuem para essa acidez", explica o nutrólogo Roberto Navarro. Veja alguns alimentos que podem atrapalhar a recuperação da candidíase:
Carboidratos simples
Frutas e vegetais ricos em açúcar e amido
Proteínas animais
Carnes processadas
Amendoim e outras oleaginosas
Bebidas alcoólicas.

Entenda como esses alimentos podem piorar a candidíase e por quanto tempo evitar!
Complicações possíveis

Quando a candidíase vaginal não é tratada corretamente, ela pode se tornar um quadro persistente, tendo quadros de repetição em intervalos cada vez menores de tempo.
Saiba mais: 7 dúvidas sobre candidíase que toda mulher precisa saber

Em casos mais sérios, em que existe depressão do sistema imunológico, a candidíase é capaz de atingir órgãos vitais, e inclusive, gerar complicações nos rins, pulmões e levar a óbito.

Especialistas respondem sobre complicações da candidíase:
Candidíase recorrente pode provocar mioma?
Candidíase pode afetar a ovulação? E impedir que a pessoa engravide?
Prevenção
Prevenção

A maioria dos casos de candidíase, incluindo a vaginal, pode ser evitada mantendo a pele limpa e seca, utilizando antibióticos apenas com orientação médica, e seguindo um estilo de vida saudável, incluindo alimentação adequada. Pessoas com diabetes devem tentar manter o açúcar no sangue sob controle. Se você tem HIV ou outra doença que favoreça episódios recorrentes de candidíase, o uso contínuo de drogas antifúngicas pode ajudar a minimizar crises.

Fazer a higiene íntima regularmente, preferir roupas com tecidos de algodão e evitar peças justas, além de evitar o uso contínuo de absorventes internos também ajudam a evitar a candidíase vaginal. Usar camisinha em todas as relações sexuais também evita que você seja infectado.
Saiba mais: Agora faça o teste: você sabe mesmo se proteger da candidíase?
Referências

(1) Ministério da Saúde

(2) Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo

(3) Manuais MDS

(4) Ginecologista Fabio Laginha (CRM-SP 42141)

(5) Urologista Valter Javaroni (CRM RJ-52575160)

(6) Urologista Diogo Mendes (CRM DF-6439)

(7) Gastroenterologista Maira Marzinotto (CRM SP-124994)

(8) Dermatologista Angélica Pimenta (CRM-SP 120.847)

(9) Ginecologista Renato Tomioka (CRM-SP 130201)

(10) Ginecologista Melissa Ganam Antoun Guedes (CRM-MG 40145)

(11) Ginecologista Vania Carolina Pereira Stancka (CRM-SP 136342)

(12) Fabio Sakae Kuteken, ginecologista da Rede de Hospitais São Camilo de SP
fonte e texto: https://www.minhavida.com.br/saude/temas/candidiase