30 de jul de 2018

O perigoso avanço da Aids entre os jovens Brasileiros

Após analisar de forma insistente as ultimas pesquisas relacionas ao crescemos da aids no Brasil, fica evidente que a crença dos mais jovens que a aids é doença cronica porém tratável e controlado, não deixando sequelas, leva cada vez mais os jovens a abrir mão da proteção, principalmente da camisinha, e a desculpa é sempre a mesma a diminuição do prazer com o uso da camisinha, ou o que o parceiro acharia se um ou outro exigisse, o uso coletivo, de agulhas e seringas por vários usuário também é um grave problema. 



Na realidade devemos ponderar e analisar, que com esta atitude absolutamente infantil e irracional, não somente a aids como a sífilis, HPV, gonorreia, clamídia entre outras, obtiveram um índice de crescimento enorme e extramente perigoso.

O Ministério da Saúde tem a obrigação moral já que tem pleno conhecimento de todos os dados estatístico, de juntos com especialistas analisar, planejar e investir para conscientizar toda a população da gravíssima epidemia de doenças sexualmente transmitidas que vivemos neste momento.



Incidência de HIV e Aids no mundo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que desde o início da epidemia, em 1981, até os dias atuais, cerca de 35 milhões de pessoas morreram de Aids. Este é quase o número atual de indivíduos que vivem com HIV — as estimativas da OMS dão conta de 36,7 milhões de soropositivos no mundo inteiro.

O cenário, porém, poderia ser melhor. Números da OMS mostram que, em 2016, foram identificados 1,8 milhão de novas infecções pelo vírus (um novo caso a cada 17 segundos) e um total de 1 milhão de mortes decorrentes de complicações na Aids. (fonte: https://www.ativosaude.com/saude-sexual/hiv-e-aids-no-mundo-numeros-atualizados-de-2017/)

A hora é de união, principalmente por parte dos órgãos de comunicação que de forma voluntaria deveria esta alertando a população através de campanha publicitaria da necessidade do sexo seguro, demostrando claramente como podemos evitar no nosso dia a dia a reduzir os riscos.

Em fim não faça sexo com parceiros desconhecidos sem a utilização da proteção adequada, nunca utilize agulhas ou seringas de outras pessoas, procurem sempre a orientação adequado de um profissional de saúde (Médicos, Farmacêuticos, Enfermeiros entre outros).
A prevenção ainda é, e sempre será a melhor alternativa para manter a nossa integridade física, temos que orientar e salvar toda esta geração de jovens que vem se contaminando ,por desconhecerem ou não acreditar na gravidade desta patologia para manter sua qualidade de vida. 

Por José Roberto Lannes Abib, Prof UNIGRANRIO,  Conselheiro do CRF-RJ e Membro da Comissão Parlamentar do CFF.

para consulta: http://www.unaids.org/sites/default/files/media_asset/UNAIDS_FactSheet_en.pdf


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