17 de out de 2017

Prof. José Roberto Lannes Abib, que discursou e questionou ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros a planilha apresentada pelo seu assessor.

Trabalhando em conjunto com a Dra. Catarine Cavalcanti, candidata a conselheira pela chapa 1, Compromisso Farmacêutico, e o Diretor do Conselho Regional de Farmácia Dr. José Roberto Lannes Abib, estivemos presentes juntamente com os demais conselhos da área de saúde do nosso Estado, defendendo uma melhor gestão dos hospitais federais, estaduais e municipais.
Prof. José Roberto Lannes Abib
O CRF-RJ que vem participando ativamente de todas as reuniões, foi representado pelo seu Diretor Prof. José Roberto Lannes Abib, que discursou e questionou ao Ministro da Saúde, Ricardo Barros  "afirmando que os dados apresentados na planilha apresentada não correspondia a realidade Brasileira, duvido que os números sejam estes" a audiência pública com o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, contava também  com a presença da Comissão Externa da Câmara dos Deputados e do Colegiado dos Conselhos Regionais de Saúde, o evento foi realizado neste segunda-feira 16/10/17, na sede do CREMERJ. O objetivo da reunião foi tratar sobre a situação critica das unidades, principalmente das federais e em conjunto tentar buscar soluções para os problemas.

Dra. Catarine Cavalcanti, Deputada Jandira Feghali e Prof José Roberto Lannes Abib

O Ministro alegou que os dados foram encaminhados pelos diretores das unidades, e como houve consenso, que os números apresentados estavam equivocados  ele pediu a Deputada Jandira que juntamente com os demais deputados presentes e conselhos de classe, revisasse os números.
O Professor José Roberto Lannes Abib da Unigranrio e Diretor do CRF-RJ foi o primeiro a discursar, em seu discurso ale iniciou a sua fala questionado as planilhas apresentadas, disse que nos Hospitais Federais existem Médicos, Enfermeiros, Farmacêuticos, técnicos entre outros profissionais altamente capacitados e que se dedicam a salvar vidas diariamente, apesar da total falta de estrutura física e de equipamentos e matérias básicos, e complementou ilustrando a sua fala, que um paciente com câncer sai do consulta com um medicamento especifico para iniciar o tratamento, porém lamentavelmente este medicamento esta em falta na farmácia, e que após 6 meses finalmente o medicamento chega ao serviço, mais lamentavelmente a doença não espera e o paciente neste período teve o seu caso clinico agravado, necessitando agora de um outro medicamento muito mais caro que o primeiro, e para não variar também esta em falta no hospital, assim solicitou que todos os processos dentro dos hospitais devam evoluir para dar condições que Médicos e demais profissionais de saúde consiga atender a população com dignidade e respeito que merecem, possibilitando assim que os hospitais passem a realmente salvar vidas, evitando sequelas e mortes como vem acontecendo hoje em dia.


Lamentavelmente não tivemos nenhuma resposta favorável, somente que ele não pensa em fechar nenhum hospital, que o desejo dele é criar centro de excelência em cada um dos hospitais, para concentrar os profissionais com expertise e experiência dentro da quela área de atuação, ao final da reunião, quando estávamos nos despedindo, ouvi um pedido para que o Conselho de Farmácia, ajude o Ministério a entender e atender melhor ás reais necessidades da rede.   

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